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ADOÇANTES – Quais Evitar e Quais Consumir (Parte 1)

 

sweetner 2 1600x1200A indústria alimentar criou os adoçantes para substituir o açúcar tradicional, a sacarose. A sacarose pode causar cáries, fornece calorias a uma velocidade inadequada e adultera o nível de açúcar no sangue (glicémia). Os adoçantes são uma boa táctica para quem quer acabar com as calorias do açúcar, mantendo na mesma o sabor das bebidas adocicado. Os adoçantes têm muito menos calorias que o açúcar e alguns deles chegam a ter zero calorias.

 

Antes de falarmos nos adoçantes artificiais e naturais, vamos ver o que de mais comum utilizamos para adoçar aquele cafezinho ou fazer bolos.

 

Açúcar Branco

O açúcar branco é um grande vilão da saúde! É totalmente refinado e obtido principalmente da cana-de-açúcar. No processo de refinamento há remoção completa de todos os nutrientes contidos na cana, sendo assim, é rapidamente digerido e absorvido provocando um rápido aumento da glicémia e alta deposição de gordura nas células.

 

Açúcar mascavado e mel favorecem ganho de peso

Açúcar mascavado e mel são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, no entanto, também provocam as oscilações desagradáveis na glicémia que o açúcar branco provoca e, como já foi dito, favorecem o ganho de peso.

 

Adoçantes

Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:

 

Adoçantes naturais: frutose, sorbitol, manitol e stévia.

Adoçantes artificiais: ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose e aspartame.

 

Os ciclamatos e a sacarina não são aconselháveis devido a potenciais efeitos cancerígenos. Além do mais também são completamente desaconselhados a hipertensos devido a quantidade de sal que contêm.

 

Um dos principais adoçantes vendidos no mercado, o aspartame, é responsável, pelo aparecimento ou agravamento de doenças degenerativas como Parkinson, Alzheimer, retardo mental, fibromialgia, diabetes, tumores cerebrais, esclerose múltipla e lúpus (essas conclusões foram tiradas por mais de uma centena de estudos feitos).

 

Acessulfame-K (acessulfame potássio) é contra indicado para pessoas com deficiências renais que necessitam limitar a ingestão de potássio (K). É permitido para diabéticos. Segundo evidências recentes, o acessulfame-k não é considerado tóxico, nem cancerígeno em ani­mais.  Não existem estudos controlados em humanos nem dados sobre o uso desse adoçante durante a lactação. Acessulfame-K não é metabolizado pelo homem e, embora rapidamente absorvido, 99% da dose ingerida é eliminada em 24 horas, pela urina. Por essa razão o seu consumo adiciona muito poucas calorias a nossa alimentação.

 

Mais de 90 estudos internacionais, realizados durante 15 anos, comprovaram que o acessulfame--k não apresenta efeitos tóxicos. Foi aprovado pela FDA (Food and Drugs Administration), em 1988, como adoçante de mesa e em 1998 como adoçante para bebidas. Em 2003 foi aprovado para uso geral em alimentos.

 

A dose recomendada pela FDA é de 15 mg/Kg de peso.

 

Ver continuação em Adoçantes parte 2

 

Empenhados no Teu Sucesso

Ricardo Vidal/Luís Pedro

PESOCERTO

915904499

www.pesocerto.com.pt

 

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